terça-feira, 7 de maio de 2013

Documentário.

      MOMENTO CINEMA EM CASA
         Segue abaixo documentário   "O Triunfo dos Nerds (História da Computação (Triumph of the Nerds)", é composto de três partes. O documentário discorre sobre a História da Computação até os dias atuais, mostrando o grande salto que este ramo das ciências deu em relação as outras.
             O nome completo do documentário ficaria: O triunfo dos Nerds a ascensão acidental de impérios. Para aqueles que gostaram do excelente filme Piratas do Vale do Sili­cio (Pirates of Silicon Valley) esse documentário, serve como um ótimo material para ampliar ainda mais seus conhecimentos sobre a instigante história dos computadores pessoais. O documentário é de 1996 e está dividido em três episódios. Concerteza é um dos melhores relatos sobre computadores que já assisti, em que mostra onde e como tudo começou, quem foram os principais protagonistas e quais os principais eventos que culminaram com a maior revolução de todos os tempos, a revolução da informática.
Baseado no livro “The Rise of Accidental Empires“, o apresentador Robert X. Cringely, um dos primeiros comentaristas sobre informática, conta sobre:

- O primeiro computador pessoal: o ALTAIR 8080;
- A Microsoft e como tudo começou para Bill Gates com a linguagem Basic e o MS-DOS;
- A Apple e o sucesso de Steve Jobs e do Apple II no mercado mundial de computadores pessoais
- A entrada e o domí­nio da IBM no mercado
- O grande erro da Apple
- Como surgiram os primeiros softwares: CPM, IBM-DOS, VisiCalc, Lotus 123, entre outros.
- Como os computadores se tornaram parte do nosso dia-a-dia e muito mais.

O documentário conta com o depoimento dos próprios personagens: Bill Gates, Paul Allen, Steve Jobs, Steve Wozniak, Steve Ballmer, John Sculley, entre outros. Uma verdadeira aula de história !

 
Aproveitem e comentem.
Para saber mais clique nos links:
link 01 
link 02
link 03

Parte 01


Parte 02


 Parte 03





           Bill Gates   “Não Brinque com o Nerd de sua Turma, pois um dia ele pode ser seu chefe.”
            Bill Gates

Travessão - aprenda como usar.






Vídeo da apresentação em slides.



Funções


-  Mudança de fala da personagem no diálogo
Ex.:
—Oi, tudo bem?
Eu vou bem, e você?
Estou ótimo!

-  Transição do narrador à personagem.
Então ela passava pelos campos e deslumbrava com olhar assíduo as flores ao seu redor até que encontrou coberta por panos enegrecidos uma bela mulher.
— O que está fazendo aqui? murmurou a garota.
— O que? — perguntou a mulher.

-  Intercalar, isolar expressões explicativas, apositivas ou destacar termos na oração.
Ex.:
Uma das glórias — e tantas são elas! — da nossa Literatura, é Gonçalves Dias.
-  Substituir dois-pontos, parênteses ou vírgulas
Ex.:
E ele se apresentava da seguinte forma — elegante, simpático e cordial.

- Introduzir uma pausa e destacar parte final do enunciado.
Ex.:
E comigo levo a esperança — a única que me resta.
-  Separar data de nascimento e morte
Ex.:
São Luís,1993 — Japão,2135

-  Para ligar palavras ou grupos distintos de palavras sem formar palavras compostas.
Ex.:
A estrada Belém Brasília.
O eixo Rio São Paulo

Casos especiais

-  A vírgula colocada antes do primeiro travessão passa para depois do segundo.
Ex.:
João, já despedindo-se dos amigos — ia de
encontro à prova final estava nervoso...

-  Ponto de interrogação, exclamação e reticências são postos antes do segundo.
Ex.:
Ele argumentou um tanto quanto irritado! —todos na sala ficaram surpresos com sua reação.

-  Não colocar mais de dois travessões no mesmo período.
Ex.:
Ele fazia uso de palavras chulas — também tinha uma personalidade promíscua — dotada de escárnio.

-  Uso da vírgula para isolar verbos de declaração.
Ex.:
Dessa forma, adquiriu o conhecimento, seria necessário para projetos futuros.

By Celso Antônio


sábado, 4 de maio de 2013

Invenções interessantes.

Curiosidades da Engenharia da Computação.

1-Impressora 3D.
Assista o vídeo e fique impressionado.

Impressão 3D


Impressão 3D, também conhecida como prototipagem rápida, é uma forma de tecnologia de fabricação aditiva onde um modelo tridimensional é criado por sucessivas camadas de material. São geralmente mais rápidas, mais poderosas e mais fáceis de se usar do que outras tecnologias de fabricação aditiva. Oferecem aos desenvolvedores de produtos a habilidade de num simples processo imprimirem partes de alguns materiais com diferentes propriedades físicas e mecânicas. Tecnologias de impressão avançadas permitem imitar com precisão quase exata a aparência e funcionalidades dos protótipos dos produtos.
Nos últimos anos, as impressoras 3D tornaram-se financeiramente acessíveis para pequenas e médias empresas, levando a prototipagem da indústria pesada para o ambiente de trabalho. Além disso, é possível simultaneamente depositar diferentes tipos de materiais. A tecnologia é utilizada em diversos ramos de produção, como em joalheria, calçado, design de produto, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico.

Modelação

A impressão 3D utiliza modelos de objetos virtuais que podem ser criados por programas de modelação ou scanners 3D. Os modelos são computacionalmente divididos em camadas que serão impressas aditivamente umas em cima das outras de forma a criar o objeto final.

links:
  1. Impressora 3D cria e dá forma a objetos (em português). G1 (8 de maio de 2007). Página visitada em 18 de abril de 2010.
  2. Impressoras 3D produzem objetos reais (em português). Terra Networks (7 de maio de 2007). Página visitada em 18 de abril de 2010.
  3. Como funciona a impressora 3D (em português). TecMundo (29 de julho de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2012.
  4. As possíveis contribuições da prototipagem rápida para a melhoria da competitividade da produção joalheira da cidade do Rio de Janeiro (em português). ABEPRO (9-11 de outubro de 2006). Página visitada em 18 de abril de 2010.
  5. Franca terá maior núcleo de tecnologia couro-calçadista da AL (em português) (6 de maio de 2009). Página visitada em 18 de abril de 2010.
  6. Análise comparativa entre os processos de prototipagem rápida por deposição ou remoção de material na concepção de novos produtos. PROINOVA. Página visitada em 18 de abril de 2010.
  7. Gabriela Celani e Affonso Orciuoli Fotos Felipe de Mira. A fabricação digital e o patrimônio histórico: uma visita ao canteiro de obras da Sagrada Família (em português). Revista aU. Página visitada em 18 de abril de 2010.
  8. Ensino da prototipagem rápida e fabricação digital para arquitetura e construção no Brasil: definições e estado da arte (em português). UNICAMP. Página visitada em 18 de abril de 2010.
  9. Incentivo aeroespacial (em português). FAPESP (24 de novembro de 2009). Página visitada em 18 de abril de 2010.
Fonte:Wikipédia


2-Celular com função de trena.

Quem diria que poderíamos ter uma trena no celular.



Celular com função trena


Já é conhecida no mercado uma variedade de aparelhos de telefone celular com várias funções que facilitam a vida de seus usuários. Além da função de comunicar, alguns modelos podem incorporar funções como: câmera fotográfica, MP3, portal de internet, lanterna, entre outras aplicações. Apesar desta variedade, nenhuma permite atualmente o uso do telefone celular como um instrumento para a medição ou cálculo de distâncias.
Foi pensando nisso que o Inventor Victor Francisco Machay desenvolveu o projeto “Aparelho celular com função Trena”, que permite a medição de distâncias, cálculo de áreas e armazenamento de dados resultantes das medições de distâncias.
Para inserir a função trena ao telefone celular é fundamental a incorporação de um hardware e software necessários que permitam a medição de distâncias, cálculos de outras dimensões e armazenamento dos dados resultantes.
O funcionamento deste aperfeiçoamento baseia-se na emissão de um feixe de laser, ondas eletromagnéticas, ultra-som ou qualquer outro tipo de sinal emitido que se propagará através de um espaço físico até uma parede, e no momento em que este sinal atingir a parede, por exemplo, à distância percorrida pelo mesmo aparecerá instantaneamente no visor do aparelho celular, já convertido em uma unidade de medida.
Esta inovação agrega diversos benefícios como: facilidade, praticidade, segurança e um excelente custo x benefício.
Segundo o inventor, ”Este projeto facilitará a vida de muitas pessoas” afirma Machay.
Parceria – Por isso, Victor está em busca de parceiros para ajudar a desenvolver modelos. “O aparelho de celular é hoje um verdadeiro “canivete suíço”e simplesmente não deixamos de ir a lugar algum sem ele. O aparelho de celular com função trena trará ao usuário, a oportunidade inédita de medir e armazenar distâncias, alturas, áreas e volumes em qualquer lugar ou momento, com precisão e praticidade. Ao invés vez de carregar sua trena e bloco de papel para anotar medições, você só precisará deste celular. Usuários de telefonia celular da construção civil serão os primeiros grandes beneficiados. Pedreiros, mestres, arquitetos e engenheiros certamente ficarão ansiosos para usar este celular em suas obras, mas não são só eles, usuários comuns de celular também poderão fazer ótimo uso da sua versatilidade! Quem compra uma casa, sabe bem do que estou falando. Quantos metros quadrados de azulejo serão precisos para a cozinha? Quais são as medidas dos quartos para mobiliá-los? Estas são sempre perguntas que surgem e devem ser respondidas com valores reais para que não hajam prejuízos e nem contratempos. Imagine que você passa na frente de uma loja e vê uma máquina de lavar roupas em promoção mas não sabe se ela vai caber na sua lavanderia. Nestas situações o celular com a função trena estará lá sempre a mão do usuário para consulta , fazer medições e ainda permitirá usar todas as demais funções dos celulares atuais. Uma vez feitas as medições, o usuário poderá fazer uma ligação com o mesmo aparelho ou simplesmente enviar as medições armazenadas por torpedo. O celular com a função trena é a inovação que veio realmente para ajudar e tem um imenso potencial de mercado. É o celular que todos vão querer ter!” afirma.
Com patente requerida em todo o território brasileiro, Victor Francisco Machay busca negociá-la ou obter uma parceria entre fabricantes de Aparelhos celulares, para criar modelos, realizar testes e conseguir industrializá-la. Empresários interessados em investir no produto devem entrar em contato com a Associação Nacional dos Inventores pelo telefone (11) 3873-3211.


O que faz um engenheiro da computação.

O curso de engenharia da computação faz o quê?

     Muitas vezes nos perguntamos o que faz um engenheiro da computação. Estes vídeos responde à essa pergunta.
 
Vídeo I

 

Vídeo II



Vídeo III



Vídeo IV



          Ao final desses vídeos tenho a convicção de que todos saberão responder o que um engenheiro da computação faz.
 Comentem.

Atividades - Sinais de Pontuação.


Imagem 01


 
 Segue algumas atividades.
*Envie suas resposta através de seu comentário.

Atividade 01.

Atividade 02





Vídeos sobre os sinais de pontuação.



          Um vídeo interessante sobre os sinais de pontuação. Em apenas 1 minuto, dá uma excelente explicação sobre os principais sinais de pontuação.

          Não deixem de ver !!!


          Não existe melhor meio de aprenderrmos algo do que por meio de uma história !!!! Aí vai uma, este vídeo conta através de uma história a importância da utilização dos sinais de pontuação.






sábado, 27 de abril de 2013

Os sinais de pontuação.



Sinais de Pontuação

Os sinais de pontuação representam os recursos atribuídos à escrita. Dentre suas muitas finalidades, está a de reproduzir pausas e entonações da fala.



Os sinais de pontuação são recursos destinados à escrita, dotados de finalidades específicas

 

Para que servem os sinais de pontuação? No geral, para representar pausas na fala, nos casos do ponto, vírgula e ponto e vírgula; ou entonações, nos casos do ponto de exclamação e de interrogação, por exemplo.
Além de pausa na fala e entonação da voz, os sinais de pontuação reproduzem, na escrita, nossas emoções, intenções e anseios.
Vejamos aqui alguns empregos:

1.     Vírgula (,) 

1.1.Casos do uso da vírgula 

a) Isolar nomes próprios de lugar seguidos de sua respectiva data.
Ex: São Luís, 30 de março de 2000.
 


b) Separar o aposto e o vocativo

Ex: João, primo de Ana, chegou ontem de viagem.

Ex: Marcos, traga seu certificado assim que puder, pois preciso entregá-lo ao Departamento de Pessoal. 

c) Separar as orações coordenadas assindéticas;

Ex: Acordou, levantou, tomou banho, tomou café e saiu.

d) Separar as orações coordenadas sindéticas indicadas pelas conjunções adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas;

Exemplos:

Ele estudou para a prova, porém tirou nota baixa. (adversativa)

Ou trabalha, ou conversa. (alternativa)

Os professores da rede pública de ensino entraram em greve, logo os alunos não terão aula. (conclusiva)

Não viajei, pois não tinha dinheiro. (explicativa)

e) Separar orações subordinadas adjetivas explicativas

Ex: Santos Dumont, que é considerado o pai da aviação, foi o inventor do 14 Bis.

f) Entre as conjunções coordenativas adversativas e conclusivas, quando intercaladas;

Ex: Precisamos, pois, estarmos atentos a tudo que acontece.

g) Expressões explicativas, continuativas, conclusivas, retificativas ou enfáticas de um modo geral;

Ex: A violência social é um fato grave, ou melhor, assustador.

h) Marcar elipse (omissão) do verbo;

Ex.: Grande parte dos alunos estava trajada de Country; Patrícia, de caipira.

i)        Entre as orações intercaladas;

Ex.: A guerra, disse o general, é uma defesa prévia.

j)       Isolar um complemento pleonástico antecipado ao verbo.
Ex: Bom policial, talvez não mais o seja.
 


      i) Separar predicativos situados antes do verbo;

 Ex: Destemidos e intrépidos, os policiais avançavam pela área de risco.

   1.2.Casos que não se deve usar a vírgula


a) Separar sujeito do predicado;
  Ex: Os alunos| estão todos eufóricos à espera dos resultados.

b) Entre o verbo e seus complementos (objeto direto e indireto), mesmo que o objeto indireto se anteponha ao objeto direto.
Ex: Entreguei |aos clientes| os pedidos.
                          O. Indireto     | O. Direto.


c) Entre o nome e o adjunto adnominal ou o complemento nominal.
Exemplos:
Seu relógio de pulso foi apreciado por todos.
                        Adjunto Adnominal
Você tem amor à profissão.
                                Complemento Nominal


d) Entre a oração subordinada substantiva e a principal.
Ex: Seu desejo| era que todos o visitassem.
Or. principal    | oração subordinada substantiva predicativa.


2. Pontos

2.1 - Ponto-final (.)

 
É usado ao final de frases para indicar uma pausa total:
a) Não quero dizer nada.
b) Eu amo minha família.

E em abreviaturas: Sr., a. C., Ltda., vv., num., adj., obs.
 


2.2 - Ponto de Interrogação (?)


O ponto de interrogação é usado para:

a) Formular perguntas diretas:


Você quer ir conosco ao cinema?

Desejam participar da festa de confraternização?

b) Para indicar surpresa, expressar indignação ou atitude de expectativa diante de uma determinada situação:


O quê? não acredito que você tenha feito isso! (atitude de indignação)

Não esperava que fosse receber tantos elogios! Será que mereço tudo isso? (surpresa)
 Qual será a minha colocação no resultado do concurso? Será a mesma que imagino? (expectativa)

2. 3 – Ponto de Exclamação (!) 


Esse sinal de pontuação é utilizado nas seguintes circunstâncias:

a) Depois de frases que expressem sentimentos distintos, tais como: entusiasmo, surpresa, súplica, ordem, horror, espanto:


Iremos viajar! (entusiasmo)

Foi ele o vencedor! (surpresa)
Por favor, não me deixe aqui! (súplica)
Que horror! Não esperava tal atitude.  (espanto) 
Seja rápido! (ordem)

b) Depois de vocativos e algumas interjeições:


Ui! que susto você me deu. (interjeição)

Foi você mesmo, garoto! (vocativo)
c) Nas frases que exprimem desejo:
Oh, Deus, ajude-me! 

Observações dignas de nota:

* Quando a intenção comunicativa expressar, ao mesmo tempo, questionamento e admiração, o uso dos pontos de interrogação e exclamação é permitido. Observe:
Que que eu posso fazer agora?!

* Quando se deseja intensificar ainda mais a admiração ou qualquer outro sentimento, não há problema algum em repetir o ponto de exclamação ou interrogação. Note:

Não!!! – gritou a mãe desesperada ao ver o filho em perigo.  

3. Ponto e vírgula (;)


É usado para:
a) separar itens enumerados:
A Matemática se divide em:
- geometria;
- álgebra;
- trigonometria;
- financeira.

b) separar um período que já se encontra dividido por vírgulas: Ele não disse nada, apenas olhou ao longe, sentou por cima da grama; queria ficar sozinho com seu cão.

4. Dois-pontos (:)

É usado quando:
a) se vai fazer uma citação ou introduzir uma fala:
Ele respondeu: não, muito obrigado!
b) se quer indicar uma enumeração:
Quero lhe dizer algumas coisas: não converse com pessoas estranhas, não brigue com seus colegas e não responda à professora.

5. Aspas (“ ”)

São usadas para indicar:
a) citação de alguém: “A ordem para fechar a prisão de Guantánamo mostra um início firme. Ainda na edição, os 25 anos do MST e o bloqueio de 2 bilhões de dólares do Oportunity no exterior” (Carta Capital on-line, 30/01/09)
b) expressões estrangeiras, neologismos, gírias: Nada pode com a propaganda de “outdoor”.

6. Reticências (...)

São usadas para indicar supressão de um trecho, interrupção ou dar ideia de continuidade ao que se estava falando:
a) (...) Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa? (...)

b) E então, veio um sentimento de alegria, paz, felicidade...
c) Eu gostei da nova casa, mas do quintal...


7. Parênteses ( )

São usados quando se quer explicar melhor algo que foi dito ou para fazer simples indicações.
Ele comeu, e almoçou, e dormiu, e depois saiu. (o e aparece repetido e, por isso, há o predomínio de vírgulas).

8. Travessão (–)

O travessão é indicado para:
a) Indicar a mudança de interlocutor em um diálogo:
- Quais ideias você tem para revelar?
- Não sei se serão bem-vindas.
- Não importa, o fato é que assim você estará contribuindo para a elaboração deste projeto.

b) Separar orações intercaladas, desempenhando as funções da vírgula e dos parênteses:   
Precisamos acreditar sempre – disse o aluno confiante – que tudo irá dar certo.
Não aja dessa forma – falou a mãe irritada – pois pode ser arriscado.
c) Colocar em evidência uma frase, expressão ou palavra:
O prêmio foi destinado ao melhor aluno da classe – uma pessoa bastante esforçada. 
Gostaria de parabenizar a pessoa que está discursando – meu melhor amigo.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

Vânia Duarte
Graduada em Letras

  Fonte: http://www.brasilescola.com/redacao/pontuacao.htm